31.10.06

Extra! Extra ! Extra !!!

Não é a toa que sou fã dele. Disse tudo que eu penso.

Como naquela musica dos Smiths


É nóis na vizinhança blogosférica. Meu ego tá que tá, rs

Caso não seja possível abrir na foto certa, aqui vai...

Fim de semana - parte 2

Atendendo a pedidos....

Agora vamos falar do sábado. Sim, porque minha licença poética permite relatos não lineares do meu tempo ocioso. (Chega a ser redudante essa frase, ultimamente, mas enfim).

Acordei sábado, com aquela cara animada de quem já sabe que ainda há coisinhas para arrumar depois do maior da bagunça ter passado.

Enfim encontro título de eleitor, meu porte de arma (vulgo carteira de habilitação) e cpf.... esse trio estava fazendo falta e estava juntinho, tão bem guardado que não sabia onde...

Aproveito que havia incorporado a "dita" e terminei minha arrumação com a sensação de dever cumprido. Sou do tipo de virginiana que adora as coisas arrumadas, etiquetadas, em pastinhas, lindinhas, mas que não tem ou tá aprendendo a ter de arrumar tais coisas e cacarecos.

Foi gratificante. Apesar da rinite atacada por conta de todo esse processo (desacreditei quando vi certos papéis que ainda guardava) resolvi que meu sábado, quase no fim estava muito sem graça.

Em principio os planos eram ficar em casa mesmo, curtindo a falta de grana. Mas, eu como sou mulher de 5 minutos (quando tenho certos ataques ninguém me segura) resolvi que precisava desesperadamente ir à Trash 80 atendendo a um convite de aniversário.

E assim fiz. Botei-me cheirosa, produzida (nem tanto,pois queria conforto e sossego pra espairecer e não com objetivos claros de caça) e fui com a doida da Walkiria e a Simone.

Eu precisava daquele lugar, daquela caipirinha, daquele som. Economizei umas 10 sessões de terapia. Isto porque estranhamente o álcool tem o poder de me deixar lúcida e eu passo a perceber coisas reais em minha vida que a sobriedade me impede, rs.

Foi bom perceber certas coisas que eu precisava por a prova para mim mesma e o que eu intuia estava certo. Vejo aquele local com outros olhos, porque é outra pessoa que ia lá há mais de um ano, portanto, não tem como ser igual, como aproveitar igual.

De volta ao lar, preparo-me, durmo por 5 horas (que foram suficentes para descançar, mas não para tirar o vermelho do olho) ; cumpro meu dever cívico e resolvo que vou aproveitar meu dia, meu domingo ensolarado...

O primeiro filme, vide post anterior....
Segundo (fazia tempo que não encarava a dupla sessão) foi beeeeeeem levinho, digno de fim de noite de domingo, para aproveitar com a ótima companhia de sempre, que me socorreu nos momentos de frio e ar condicionado, que me arrancou sorrisos em pleno shopping quase fechado que também me deu a certeza de que valeu a pena.

**** post específico sobre o segundo filme, depois....

e a semana começou e por ai vai....

aguardem por cenas dos próximos capítulos.

30.10.06

Trilha Sonora

Fim de semana - parte 1

Não, eu não vou falar de eleições. Recuso-me a comentar. Não acho que os brasileiros tivessem boas opções, mas eu não queria mais do mesmo e ponto. Portanto, vou falar do MEU final de semana que eu ganho mais.

Pequena Miss Sunshine

Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada.

Minha modesta opinião

O filme é muito mais que isso ao meu ver. Faz o espectador pensar sobre o que é ser vencedor e o que é ser perdedor... o tão falado loooooooooooser...

Por se tratar de um filme norte-americano fiquei surpresa. Gostei. Fica bem longe daquela babaquice sobre o "American dream".

Mostra uma família caricatamente "normal" como a própria sinopse diz (afinal quem é normal? quem não tem problemas ou não quer jogar segredos para debaixo do tapete?) em situações muito engraçadas e bastante verdadeiras.

Fala das limitações de cada um e de como podemos ver o conceito de vencer ou perder... quando desistimos é mesmo perder? Eu não acho, embora seja contra desistências, nós temos que saber a hora de tirar proveito das coisas e saber a hora de reavaliar o que queremos, porque senão é apenas teimosia.

O irritante otimista pai de família é um exemplo. É pior do que se fosse a versão masculina de Poliana, mas só da boca pra fora, porque na verdade não passa de outro looser que morre de medo de que só gostem dele se for um vencedor.

Para isso, sacrifica coisas importantes, é hipócrita e faz o melhor estilo "Cego é aquele que não quer ver", e ainda mostra, de fato, como a auto-ajuda pode não funcionar se for pelos motivos errados, passando "receitas para a felicidade".

Cada personagem tem sua peculiaridade, mas a única comprometida e pura em seu propósito, ainda não contaminada pelos outros é a Miss Sunshine, mesmo assim ela poderia muito bem ficar longe daquele concurso "muito brega" na minha opinião, que estava mais para texano do que pra californiano com "mini peruinhas com capacete". Só que aí não existiria roteiro, hehehe.

Bom, meu final de semana foi mais que isso com certeza, mas acho que cada parte dele merece um post específico... aguardem... só posso dizer que to me sentindo energizada, leve, muito bem, preparada para encarar a nova semana...

27.10.06

Desabafo freak descontrol, rs

Te amo !
Não sabia que podia ser tão forte, intenso, gostoso!
Esse post é, com certeza, uma tentativa frustrada de colocar isso em palavras.
É algo realmente inexplicável. O sentimento é daquele que a gente fica feliz pelo outro estar feliz, mesmo que isso não seja exatamente como a gente quer.

É mais do que podem dizer Camões ou Renato Russo, é mais do que folhetim hollywoodiano. Está entranhado em mim, me faz bem mesmo quando o dia-a-dia traz dificuldades.

São lições de como entendê-lo, de como traduzí-lo, de como vê-lo...
Isso faz de mim alguém que tem muita vontade de aprender contigo, de dividir alegrias, mas também de compartilhar experiências, colos ou apenas um domingo ensolarado...

É ter vontade de estar junto, mas entender que às vezes dar amor é saber respeitar seu espaço, seu tempo, seus desejos...

É se sentir no melhor lugar do mundo quando amparada pelos teus braços, confortável com teu calor inigualável e teu cheiro único que me atiça a alma ...

É saber que são nos gestos que são ditas as melhores coisas e mesmo quando não dizem o que quero ouvir, são carregadas de carinho, respeito, compreensão..... e eu não dispenso isso por nada nesse mundo.

olá

E já é sexta-feira de novo!
A semana tem passado rápido, ainda mais quando há muita coisa para se fazer. Muitos convites e pouca grana; muita preguiça e pouca paciência......

O bom de tudo isso é que a semana foi produtiva e equilibrada. Produtiva para minhas coisas práticas e muito mais pra minha alma.

Gostaria que fosse até mais.... qdo der eu volto...

26.10.06

E o que me importa

Já não me importo se vão ler, comentar, rirem de mim... juro, não mesmo. Cansei de me importar com o que vão pensar, quando às vezes nem pensando em mim as pessoas estão. Falo num sentido geral, da sociedade na qual a gente vive e fica se preocupando com pessoas.

Não falo em egoísmo, em não me preocupar com ninguém, mas da preocupação excessiva das pessoas em agradar aos outros, em ser ou que não se é pra se sentir feliz. Daí, sabe o que acontece? Falta tempo para agradar a pessoa mais importante da nossa vida: nós mesmos.

E isso cansa. Não que a vida de agora em diante vai virar bagunça, cada um por si, olhando para o próprio umbigo. Estou falando em eleger como prioridade a própria felicidade e vontade.

A consequência é positiva. A partir do momento que você se aceita, que conhece os próprios limites, é mais feliz, passa a atrair as pessoas certas para seu lado, aquelas que realmente se importam contigo, mas não com o que você pode pensar delas.

São essas pessoas que realmente contam na nossa vida. São as mais importantes. Aquelas que você pode confiar e contar um segredo. Aquela que dá vontade de falar eu te amo sem qualquer censura, que dá vontade de abraçar, de passar uma tarde de domingo a toa e ser feliz pela simples companhia delas.

É isso que quero pra mim.

A vida, não se sabe quanto tempo cada um tem, por isso ela é tão valiosa e se preocupar com os defeitos do outro geralmente é apenas a identificação dos nossos próprios defeitos. Só incomoda em outras pessoas as características que inconscientemente percebemos que somos iguais.

Parei com isso. Pare também. Verá como o peso que carrega com isso canaliza energia errada para sua vida.

Vai ser feliz. Porque eu vou...

24.10.06

Óculos


O que fazer quando a gente percebe que são os olhos da alma que precisam de mais clareza?

Que são com eles que enxergamos o que realmente necessitamos.....

Às vezes é ela que precisa de clareza e ela que precisa de foco...

Às vezes precisamos destes óculos, mesmo que temporariamente...

Na vida são necessárias muitas coisas, mas as principais para que o restante flua são: equilibrio, lucidez e foco...

Correria

Hoje, como dizem em alguns blogs que eu leio ( eles até estão no meu ao lado)... to "apertada da costura" e não vai dar pra escrever o que eu pretendia, mas volto em breve. "Guentem a mão ai, rs..... como se alguém lesse, rs....

23.10.06

Lembranças

Nos dias de hoje, quando ando tão distraída e minha memória anda neglicenciada, fico feliz quando lembro de algo do passado (não tão distante porque ainda não tenho idade pra isso). Parece coisa de velha, mas não é, rs.

Às vezes são flashes da infância, como o cheiro gostoso da lancheira no prézinho, quando as pessoas eram enormes e a escola parecia muito maior e bonita; quando eu tinha a visão do umbigo das pessoas. Ou ainda do cheiro do mimeógrafo, de quando ao fazer a prova eu ficava feliz porque sabia tudo.

Gostoso é lembrar das sensações das novidades, dos episódios das primeiras vezes que fazemos algo quando estamos crescendo: a chave de casa que ganhamos, o primeiro ônibus que a gente entra, o primeiro beijo, o primeiro olhar fulminante e todas as outras novidades que fazem a gente acreditar que crescemos.

A felicidade também está nisso. Não há quase nada melhor do que a sensação do novo, do desconhecido e de sabermos que conseguimos.

Mas mudar, chega uma certa idade, torna-se normal. Dá medo em alguns, mas ela é sempre necessária. É o que nos move.

Recuso ser refém da angústia, do medo, de tudo que me põe pra baixo; de tudo que faz eu me sentir como não sou... porque mesmo quando achamos que não fizemos nada nessa vida, existem coisas para desmentirem: a primeira - nosso sonho, a segunda, se formos atentos, é a nossa história, com cada detalhezinho, com cada frio na barriga, com cada gargalhada ou choradeira que nos trouxe, que nos faz ser o que somos e isso é insubstituível.

20.10.06

O tempo





O tempo resolve tudo, dizem alguns. O tempo não pára, constatam outros. O tempo não volta e assim por diante.

Passo grande parte dele pensando em como aproveitá-lo melhor, como torná-lo meu amigo. Mas como? Se vivo desperdiçando-o, matando-o, deixando-o escorrer pelas mãos?

Mesmo assim, ele insiste em ser meu melhor professor. Aquele que quando no relógio insisto até em acelerá-lo a meu bel prazer, se recusa a mexer. Mas ele não me obedece, segue seu próprio ritmo, esnobando a tudo e a todos.

Talvez porque cada um tenha o seu e ainda não seja algo muito claro pra mim qual é o que eu deva considerar para o meu melhor. Só sei que é mais devagar.

Já aprendi a respeitar o dos outros, ou pelo menos estou muito empenhada nisso. Percebo que só ganho. Tudo aquilo que perdi por não saber controlá-lo, por não saber entender, to buscando através dele.

É com ele que vou subindo cada degrau rumo às minhas conquistas.

Dizem que a diferença do remédio e do veneno é a dose. Concordo, com o uso do tempo também é assim.

Se você decide acelerar sua vida, acaba que não tem nem como vivê-la, porque está sempre correndo para o futuro que nunca vai alcançar, assim como o cão corre atrás do próprio rabo.

Se decide cuidar da sua qualidade de vida, agir todas as vezes ponderadamente, até aprende a respirar, passa a vida moderna como um trator e te carrega.

É por isso que temos que fazer escolhas. E toda escolha pressupõem perdas, mas queremos sempre pensar só nos ganhos.

Eu já escolhi o que to disposta a abrir mão para alcançar meus ganhos. Nunca tive tanta certeza de que saber esperar é o que vai me levar onde eu quero. Longe da inércia, mas cada passo na velocidade certa, pelo caminho certo.

19.10.06

Crônica...

Sua morte já foi decretada e anunciada aos quatro ventos, mas ele insiste em ir devagar e relutante. De moça ela não tem nada, aliás, nunca teve. Era só uma esquizofrênica, uma louca, uma vadia, que idealizada, criada, gerada, entaranhada na gente, pelos terapeutas em busca de maior clientela, conseguiram inserir sua história na grade curricular de boa parte das escolas nos anos 80.

Sim, a Polly, para os íntimos, influenciou toda uma geração de mulheres. Mas qual é a diferença das misses quem se orgulhavam de ler o Pequeno Príncipe, para essas meninas que creseceram acreditando que seriam como as mulheres que viam na Sessão da Tarde ou as mocinhas nas novelas de Gilberto Braga?

Será que existe? Vejamos:

Pensar positivamente, "ouquei", não faz mal a ninguém. Ter metas, objetivos? Mais do que justo. Mas será que as pessoas, quando crianças, são realmente preparadas para o mundo que as espera de braços e às vezes pernas abertas?

Tenho certa dúvida. Observo constantemente pessoas que se apegam a qualquer coisa que nos dizem sobre sermos culpados disso, daquilo. Ora temos que assumir toda nossa responsabilidade e parar de jogar a culpa nos outros para sermos respeitados e tidos como bons meninos. Ora não.

Concordo em parte. Cada um precisa ter a consciência de cada ato seu e se responsabilizar. Mas há horas, situações, que a culpa é mesmo do outro, que a gente fez nossa parte e acabamos adestrados a acreditar que somos culpados de tudo nesse mundo e nos deparamos com a auto-estima em frangalhos (sempre quis usar palavras assim, rs).

Crescemos, achamos que estamos livres porque pagamos nossas contas (às vezes nem isso), mas não percebemos que por trás daquela balada, regada a muita caipirinha, vodca, não estamos fazendo nada mais do que fugir da realidade para qual não fomos preparados, nem sequer avisados. Fugir é mais cômodo. Queremos sempre voltar ao aconchego em detrimento da luta.

Quando acontece o tal encontro (da gente com a realidade), o choque pode ser forte, mas também pode ser enriquecedor... cabe a cada um achar seu caminho de lidar com essa nova acompanhante - se vai encara-la ou fingir que ela não está lá e viver o jogo do contente....

Eu já decidi.... já fiz as malas da doce Polliana e guardo apenas as lições que eu possa ter tido com o "meu" jogo do contente, mas to sentindo que ela já vai tarde sabe...


e comentem.... se vc passou por aqui quero saber o q vc pensa... se veio até aqui, termina sua parte, dando sua opinião.

Apenas causos

To começando a acreditar que devo andar para cima e para abaixo com um caderninho para anotar tudo que dá vontade de blogar. Confiar na memória não tem sido suficiente.

Dois fatos, diria bizarros me chamaram atenção na rua ontem e foram tão marcantes qu eu nem esqueci.... mas serviu para mostrar que tipo de mulher idosa eu não quero ser.
Ambas foram na Av. Angélica ( seria o local?), enfim, não vamos dispersar.

Estou em, tranquila e serelepe, andando pela calçada a caminho do endócrino ( que aliás é um grosso e não vou mais lá) quando sai uma senhorinha de um prédio, q juro por Deus, aquilo não parecia base e pó compacto, mas sim que ela tinha passado aquele temperinho do Doritos na cara, de tão vermelho que estava. Como pode, alguém naquela altura da vida, que se dá ao trabalho de ser vaidosa, carregar tanto na maquiagem? Esconder o que? As rugas?

Nossas rugas são sinais da vida que a gente teve. São legítimas testemunhas e denunciantes do que a gente fez da nossa vida e do tempo que já passou. Sou a favor de se cuidar e ser o melhor que a gente pode, mas não fugir da realidade.

Não contente com isso, umas duas horas depois, decidida a ir pra casa logo, deparo com outra figura, ainda mais bizarra no ponto de ônibus. Olho, não quero acreditar, olho de novo e confirmo : uma outra sonhora, com o cabelo super tingido de preto, com duas maria-chiquinhas (isso mesmo), uma de cada lado da testa, como a perfeita bisavó da Chiquinha. Dai posso pensar : bom ela não tá nem ai para o que os outros pensam já que teve coragem de sair assim na rua, mas mesmo assim, até que ponto a gente faz o que quer e até que ponto a gente acha q faz o que quer ou apenas segue o fluxo do aceitável pela sociedade?

Fatos aparentemente banais podem despertar assuntos interessantes sobre nosso dia-a-dia e serão melhor desenvolvidos com o tempo.

Tempo esse que gostaria de falar mais a respeito, pois é um assunto muito importante pra mim.

Quisera eu ter uma máquina digital nessas horas, rs

Volto depois

16.10.06

logo volto aqui, mas enquanto isso....

Não Quero

Mario Quintana ( não tenho certeza, me corrijam se estiver errado)

Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareço um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim". Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.